História(s), identidade e memória em disputa na obra da artista Aline Motta
Nome: PEDRO SANTOS PAVIOTI VICENTIN
Data de publicação: 18/06/2026
Banca:
| Nome |
Papel |
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| AMANDA MAZZONI MARCATO ZAGO | Examinador Externo |
| CLAUDIA MARIA FRANCA DA SILVA | Examinador Interno |
| RENATA GOMES CARDOSO | Presidente |
Resumo: O presente trabalho discute a produção artística de Aline Motta a partir de três eixos lidos em disputa em sua obra: História, Identidade e Memória. A artista fluminense utiliza diversas práticas artísticas, como fotografia, cinema, instalação, performance, colagem, arquivo e materiais têxteis. A pesquisa percorre caminhos de discussões sobre o sentido da História, tanto oral quanto por meio da escrita e as diferentes compreensões historiográficas, discutidos através dos trabalhos “Escravos de Jó”, “Quebra-Corpo” e “Corpo-Celeste”. Quanto à identidade, os trabalhos “Pontes Sobre Abismos”, “Se O Mar Tivesse Varanda” e “(Outros) Fundamentos” são costurados em meio à literatura e personagens históricos que suscitam diálogos com procedimentos adotados pela artista. Já no eixo da memória, tem-se em “Filha Natural” e “A Água é Uma Máquina do Tempo” a possibilidade de explorar a relação da memória como componente individual para se adentrar na coletiva e social, aspecto recorrente na produção da artista. A pesquisa, por fim, tem por objetivo contribuir para o campo de estudos sobre artistas mulheres, em diálogo direto com debates sobre arte afro-brasileira.
