Caxambu, olhares para além do Horizonte

Nome: Clair da Cunha Moura Junior
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 27/06/2013
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Aissa Afonso Guimarães Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Aissa Afonso Guimarães Orientador
Aparecido Jose Cirilo Examinador Interno
Elaine Monteiro Examinador Externo
Osvaldo Martins de Oliveira Examinador Externo

Resumo: Neste trabalho, pesquisamos o jongo como bem cultural do patrimônio imaterial brasileiro inscrito no Livro das Formas de Expressão em 2005, conforme registro realizado pelo Iphan. O jongo é uma manifestação cultural que consiste na realização de uma dança coletiva ao som de batidas de tambores e de cantos improvisados e metafóricos, em que se acredita trazer em seu bojo práticas de magia . Sua raiz é atribuída aos escravos, principalmente, de origem bantu, que trabalhavam nas lavouras de café e de cana-de-açúcar localizadas no Sudeste brasileiro.
Parte-se da premissa de que o jongo reúne memórias coletivamente cultivadas e, como um jogo praticado dentro de limites espaciais e temporais próprios segundo uma ordem, promove a formação de grupos sociais com tendência a rodearem-se de segredo. Esse fazer cultural desde o seu surgimento serve como elemento aglutinador de um grupo, o que o torna artefato representativo da comunidade e escopo de ações de reconhecimento por parte do Estado.
A investigação teve como foco compreender, por meio das memórias do mestre Antônio Raimundo da Silva e da sua família, em diálogo com outros estudos de autores que se comunicam intertextualmente com o objeto analisado, os processos de manutenção, circulação e renovação do universo simbólico ocorridos no Caxambu do Horizonte.
Palavra-chave: Memória Patrimônio Caxambu do Horizonte

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