Os vitrais da catedral de Vitória e seus doadores nos anos 1930-1940.

Nome: Mônica Cardoso de Lima
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 30/04/2009
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Maria Cristina Correia Leandro Pereira Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Almerinda da Silva Lopes Examinador Interno
Clara Luiza Miranda Coorientador
Jessie Jane Vieira de Sousa Examinador Externo

Resumo: O objeto de estudo desta dissertação são os vitrais da catedral de Vitória encomendados
e instalados entre 1930 e 1940, doados por famílias, instituições políticas e religiosas de
relevância naquele contexto histórico. Temos por objetivo estudá-los entrelaçando as
inscrições e as imagens representadas nos vitrais com o universo político e religioso da
capital do Espírito Santo naquele contexto.
A problemática do trabalho insere-se na questão da ambigüidade das imagens: pretendese
demonstrar que os vitrais, dada sua localização e programa iconográfico, querem
mostrar a catedral e, consequentemente, a Igreja, como um espaço de conciliação dos
interesses dos grupos sociais locais em uma conjuntura de centralização política vivida
na interventoria de João Punaro Bley (1930-1943). Naquele contexto marcado por
ambigüidades de diversas naturezas, as imagens com as inscrições conciliam o passado
e o presente, o sacro e o profano, o político e o religioso. Tais ambigüidades permearam
a sociedade capixaba marcada pelo processo de transição para a modernidade entre o
final do século XIX e a primeira metade do século XX.
Iremos interrogar os vitrais a partir das categorias de localização (topos) e doação para
confrontá-las com o pensamento teológico-político hegemônico na época.
PALAVRAS-CHAVE: VITRAIS CATEDRAL DE VITÓRIA PODER
DOAÇÃO

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